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O biodiesel nos próximos anos

O setor de biodiesel está preparando para dar seu próximo passo: o setor trabalha para que até o final deste ano o caminho até o B15 esteja liberado, criando um novo ímpeto para o crescimento da indústria. E não é só isso. Também temos RenovaBio e um novo governo a caminho. Tentar colocar essas mudanças em contexto, será função da palestra que o presidente do Conselho Superior da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Juan Diego Ferrés, vai ministrar na Conferência BiodieselBR 2018.

O setor de biodiesel está preparando para dar seu próximo passo: o setor trabalha para que até o final deste ano o caminho até o B15 esteja liberado, criando um novo ímpeto para o crescimento da indústria. E não é só isso. Também temos RenovaBio e um novo governo a caminho. Tentar colocar essas mudanças em contexto, será função da palestra que o presidente do Conselho Superior da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Juan Diego Ferrés, vai ministrar na Conferência BiodieselBR 2018.

O setor de biodiesel está preparando para dar seu próximo passo: o setor trabalha para que até o final deste ano o caminho até o B15 esteja liberado, criando um novo ímpeto para o crescimento da indústria. E não é só isso. Também temos RenovaBio e um novo governo a caminho. Tentar colocar essas mudanças em contexto, será função da palestra que o presidente do Conselho Superior da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Juan Diego Ferrés, vai ministrar na Conferência BiodieselBR 2018.

Segundo Juan Diego, embora ainda não seja “uma página virada”, o setor está razoavelmente confiante que teremos uma definição sobre o B15 ainda antes do final do governo de Michel Temer.

“A proposta [para a adoção do B15] foi apresentada pelo MME, debatida com a cadeia e passou por uma audiência pública que a validou. Ela está em pauta da próxima reunião do CNPE. Por isso esperamos uma definição ainda em novembro”, opina o executivo reconhecendo que, nessa altura, um recuo seria um “baque forte” para as usinas que já estão fazendo seu planejamento para 2019 contando com a chegada do B11 em março.

Nova agenda

Com o novo cronograma de aumentos da mistura obrigatória fora do caminho, também seria possível aproveitar a chegada do novo governo para colocar uma nova agenda de discussões de outros pontos que estão se tornando sensíveis para setor.

Entre os novos temas que Juan Diego gostaria de tratar com os novos ocupantes do Planalto estão a criação de soluções para os impactos que a recente guerra comercial entre Estados Unidos e China vem tendo sobre o mercado global de soja.

Com acesso a taxação da soja norte-americana imposta pela China em resposta às políticas adotadas pelo governo Trump, a China vem absorvendo uma parcela maior da produção brasileira o que aumenta a competição pelo grão no mercado interno. “Mesmo com a [próxima] safra brasileira estimada em mais de 120 milhões de toneladas. Atender o apetite chinês será um desafio enorme”, alerta o palestrante. “Essa questão tem que ser tratada já nos primeiros dias do novo governo para que ele comece com o dever de casa”, aponta.

RenovaBio

Nos próximos anos, Juan Diego também espera ver os primeiros efeitos do RenovaBio que devem começar a aparecer de forma mais evidente a partir de 2020. “É quando o sequestro de carbono começar a aparecer como uma receita complementar para as usinas que os biocombustíveis vão passar a competir mais confortavelmente com os combustíveis fósseis”, avalia acrescentando, no entanto, que as mudanças serão sentidas de forma “bastante gradual”.

“Ainda não sabemos quanto o CBio vai valer e serão precisos alguns anos para que o mercado supere a curva de aprendizado necessária para atingir seu ponto de equilíbrio”, conclui.

Juan Diego Ferrés apresentará a palestra “O que esperar para o mercado de biodiesel nos próximos quatro anos” marcada para o dia 05 de novembro.

Fonte: BiodieselBR

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